«O Criptopórtico (Galerias Romanas) de Lisboa encontra-se no subsolo da cidade com entrada frente ao n.º 75 da Rua da Conceição, esquina com a Rua da Prata.
Visitável duas vezes por ano, uma na Primavera e outra no Outono, sem data marcada.
Para outros esclarecimentos queira contactar o Museu da Cidade:
Tel: (351) 21 751 32 00
Fax: (351) 21 757 18 58
E-mail: museudacidade@mail.telepac.pt»
http://www.cm-lisboa.pt/?id_item=1333&id_categoria=53
P. S. É este fim-de-semana!
2007.09.25 - Campanha de angariação de alimentos no C.C. das Amoreiras
«Informamos que irá decorrer no Sábado dia 29 e Domingo 30 de Setembro uma nova campanha de angariação de donativos e alimentos no Pão de Açucar do Centro Comercial Amoreiras.
Caso tenha disponibilidade para nos ajudar a organizar esta campanha por favor contacte-nos através do e-mail uniaozoofila@gmail.com com o título "Campanha Recolha de Alimentos no centro comercial das Amoreiras" ou vá ao fórum de www.felinus.org onde existe uma zona de inscrição para a participação.»
http://www.uniaozoofila.org/index.php?option=content&task=view&id=74&Itemid=105#2007.09.25
Já tem «tês» anos e é toda despachada. Um dia destes levei-a a ver comboios, numa estação de metro. Adorou!
As pessoas que saem e entram e que vão para casa, os senhores que guiam o comboio, é preciso comprar bilhete, expliquei-lhe tudo.
Ela olha para mim com os seus olhos enormes e diz, cada vez que cada comboio parte:
- Rosaínho, só mais um, está bem? Só mais um.
E lá ficamos as duas a ver «Rosaínho, só mais um, está bem?».
A Nininha ofereceu-me, há uns meses, uma Oliveirinha bonsai. É amorosa, minúscula e tem durado muito mais tempo do que qualquer outro bonsai que já cá tenha passado por casa.
Tem umas folhinhas a nascer. Qualquer dia tenho a «tosquiar».
Vamos lá a ver se continua assim tão resistente...
Pedra Filosofal
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.