Eis o rio que o Tempo cava
Nessa casa chamada Terra e,
Sem medos e sem destino, trova
Sinfonias dançantes em serras.
Natureza, a mulher cantante
Sol, luz quente, longe e brilhante
Que s’apaga naquele instante
Em qu’a lua sorri, radiante.
E tu, doce momento indolor,
Um encanto, engano, trovador,
Em torno do que sou sem ser em mim,
Cantas, calma voz da Natureza,
O canto do rio escavado
Deixando-me sem qualquer defesa.
disse-me ele, Kiko Badamico de "catr'anos", cabelo fininho e despenteado, olhos grandes e boca perfeitinha:
- Vou ter muitas saudades de ti...
E eu, de malas às costas já perto da porta, tive mesmo que voltar para trás para o abraçar...
a Maga Patalógica e as bruxinhas fizeram-lhe uma despedida de solteira à altura da situação. Foi risota e mais risota, um fim-de-semana fenomenal!
Patalógica: Vais casar!