dos dias desta semana fui ver a árvore de Natal gigante que está no Terreiro do Paço. É linda! E enorme! E vê-se melhor do que o ano passado, quando estava em Belém.
Enfim, Lisboa respira Natal em todas as ruas e a minha iluminação preferida é a da Av. da Liberdade. Simples, mas genial.
A Murphy falou-me em sushi ("agora vende-se no supermercado") e eu não tenho pensado em mais nada... sushi, sushi, sushi, sushi, sushi...
A arte de viver hoje
Se outro, parecer diferente,
Não falar como outra gente,
Louvar tudo, tudo aceitar,
Mentir sempre e bem ficar,
A todo o vento dar pano,
Servir bons, maus, mano a mano,
Fazer tudo, tudo inventar
Com vista a sempre ganhar:
Quem dominar esta arte,
Na política hoje tem sorte.
de se ser pequenino.
A Maria Catita tem agora quase 15 meses e é a alegria e malandrice em pessoa pequenina. Sabe bem o que quer, o que a maior parte das vezes se traduz por correr e comer, brinca até à exaustão e é uma bebé muito simpática.
Imita os crescidos a rir, não gosta de ir para a cama, mas dorme bem.
É uma ternurinha de menina.
O Kiko Badamico habituou-se bem à realidade de mano mais velho. Só não gosta muito quando o vou buscar à sala dele depois de ter ido buscar a mana. O Kiko já está na sala três ("já 'tou na sala tês, cá em baixo!" e nós dizemos, "é só para os meninos crescidos"), muito crescido e rapagão. Quando não vê os primos durante muito tempo diz que teve muitas saudades nossas e que pensou muito em nós... É uma coisa boa.
E assim estão os meus meninos pequeninos que se vão fazendo gente mais depressa do que eu queria... :)
de não apanhar caracóis na rua. Podem ser pisados por transeuntes menos atentos do que eu.
São das criaturas mais simpáticas que conheço, parecem estar sempre alegres e contentes.
Neste últimos dias, como tem chovido bastante, andam pela rua nos passeios e estradas. E eu, mesmo quando saio da pós-graduação e tenho vinte colegas atrás de mim que me julgam com certeza tontinha, não resisto a pegar-lhes e a deixá-los em sítios seguros, como canteiros ou jardins.
Outono
Uma vez um homem encontrou duas folhas e entrou em casa segurando-as com os braços esticados dizendo aos pais que era uma árvore.
Ao que eles disseram então vai para o pátio e não cresças na sala pois as tuas raízes podem estragar a carpete.
Ele disse eu estava a brincar não sou uma árvore e deixou cair as folhas.
Mas os pais disseram olha é outono.
(que estão ambos longe)
Em Lisboa não faz sol, não chove e ainda não percebi se faz frio...
Um bom dia para todos!
Se todos os rios são doces
de onde extrai o sal o mar?
Como sabem as estações
que devem mudar de camisa?
Por que são tão lentas no Inverno
e tão palpitantes depois?
E como sabem as raízes
que devem erguer-se para a luz?
E saudar o ar depois
com tantas flores e tantas cores?
É sempre a mesma Primavera
a que repete o seu papel?
Brown disse-me que já tinha feito a sua árvore de Natal e eu fiquei com saudades da cá de casa... enorme e sempre colorida...
Gosto ainda mais desta cidade quando as ruas ficam cheias de luz e enfeites. Faz-me sempre pensar que gostava que o tempo andasse um bocadinho mais devagar.
Foi um mar cinzento e pesado que me recebeu. Entre ondas grandes e revoltas, fui visitar S. Pedro, longe da confusão de Lisboa e escondido entre o pinhal de Leiria.
A calma e tranquilidade eram imensas, rodeavam-me de forma intensa e até voltei com uma alma mais limpa.
Gosto mesmo da praia assim. Invernal.
a minha mãe, a propósito da procissão de sábado: foi bom ver tanta a gente a trabalhar com brio, gosto na sua profissão. Eram bombeiros, polícias, homens do lixo.
E eu gostei muito de ouvir. Vejo cada vez menos gente com brio naquilo que faz. Seja a liderar uma empresa, seja a apanhar lixo do chão.